Fale mal, mas fale de mim

A máxima que rege o mundo das celebridades dá as suas caras por aqui, no meu singelo e pequeno mundinho. Eu ficava falando um pouco de mim, de vez em quando alguém lia, comentava, enfim. Falar de uma pessoa só pode ser chato, ainda mais quando se tem muito mais a fazer.

É por isso que me juntei com duas grandes amigas para falar do universo feminino e adjacências no Diva Diz.

Enjoy it!

Flashback ever!

Esses dias encontrei com uns amigos na Facul (Zenker, Melina e Mari D’Ávila) e andando pelos corredores da Unisinos fizemos uma verdadeira viagem aos melhores anos das nossas vidas. Quiçá, do século passado. The 80’s.

Era impossível não fazer a ligação com os anos em que a nossa única preocupação era não perder o episódio do desenho favorito ou o horário de ir brincar com os amigos da rua. Bem diferente de hoje, com toda a incerteza que TCC’s, provas, empregos, salários e essas coisas de gente grande que acabam por nos tirar o sono.

Nos anos 80, David Bowie me tirou o sono no filme O Labirinto.

Mas, pensar nos anos da polaina e da fita cassete é pensar no que imaginávos que seria de nós agora. (Tá, eu confesso, vive a maior parte da minha vida nos anos 90. ) Na idade que estamos, meus amigos e eu, parece ser pior que a adolescência (ok, nada é pior que a adolescência). Saímos do Ensino Médio, estamos já no fim da faculdade, mas ainda esperamos pelo milagres de nos tornarmos adultos.

Young peolpe. É o que somos. Com todos os medos e incertezas. Os anos 80, que tanto relembramos, ficou guardado em souvenirs.

Eu acho que, ás vezes, eu não queria crescer… Ramones também não…

I Don’t Want to Grow Up
When I’m lyin’ in my bed at night I don’t wanna grow up
Nothing ever seems to turn out right I don’t wanna grow up

How do you move in a world of fog that’s always
Changing things Makes wish that I could be a dog

When I see the price that you pay I don’t wanna grow up
I don’t ever want to be that way I don’t wanna grow up

Seems that folks turn into things that they
Never want The only thing to live for is today…

I’m gonna put a hole in my T.V. set I don’t wanna grow up
Open up the medicine chest I don’t wanna grow up

I don’t wanna have to shout it out I don’t want my hair to fall out
I don’t wanna be filled with doubtI don’t wanna be a good boy scout
I don’t wanna have to learn to count I don’t wanna have the biggest amount
I don’t wanna grow up

Well when I see my parents fight I don’t wanna grow up
They all go out and drinkin’ all night I don’t wanna grow up

I’d rather stay here in my room Nothin’ out there but sad and gloom
I don’t wanna live in a big old tomb on grand street
When I see the 5 o’clock news I don’t wanna grow up
Comb their hair and shine their shoes I don’t wanna grow up

Stay around in my old hometown I don’t wanna put no money down
I don’t wanna get a big old loan Work them fingers to the bone
I don’t wanna float on a broom Fall in love, get married then boom
How the hell dis I get here so soon No I don’t want to grow up

Prova de semiótica

Aiiiiiii. Me ferrei

Alguém sabe algum alucinógeno que eu possa tomar? Ou algum método de entender essa coisa toda em menos de 6h??

 

Só para registrar

Moça na Janela, do mestre do Surrealismo Salavador Dal�Minha vida tem andado meio surreal.

Mas, acontecem algumas coisas que valem a pena!

É bom saber que estou no caminho certo.

Sex And The City e uma nova concepção (1)

Viciei em Sex And The City. E é tudo culpa da Gisele. E da Carrie Bradshaw, da Miranda Hobbes, Samantha Jones e Charlotte York GoldenBlatt. E, por que não, de Mr. Big, Steve e Harry.

O motivo de SATC ter mudado completamente a minha visão sobre a vida no geral não está tanto no sexo, nos relacionamentos, na cidade e no glamour nova-iorquino, quanto na amizade das quatro maluquinhas.

Estou vendo Sex… pela primeira vez agora. Com alguns anos de atraso, mas antes do derradeiro final com o filme que deve estreiar em maio nos States.

E posso dizer que não há como se manter a mesma após assistir a série. Assim, como é impossível em algum momento ou outro não se identificar. Não, infelizmente eu não moro em New York, não tenho sapatos Manolo Blahnik, não uso as roupas mega-fashions da Carrie, não tenho o manequim dela e menos ainda um Mr. Big na minha vida. Mas, amigos que eu possa falar sobre tudo, que apóiam, que estão sempre a postos para ajudar, isso eu tenho.  

Talvez, nossas vidas não sejam tão interessantes quanto a de Carrie e cia. Talvez. Mas, ainda assim somos aprendizes na vida, no amor, no sexo. E estamos juntas para tentar melhorar o que anda ruim, para rir dos acontecimentos, para chorar também.

Sex And The City é antes de tudo amizade. E é por isso que me apeguei tanto a série. É real, é plausível, e é realmente cosmopolita, afinal o que acontece com o quarteto se passa na Big Apple mas poderia ser em qualquer lugar do mundo.

Enquanto o filme não vem, se emocionem com o trailer
'Sex And The City'
‘Sex And The City’

Aí, que ansiedade!

 

Tirando as teias de aranha

Sim, eu tenho sérios problemas. Não respondo scrap nem e-mail, esqueço de olhar no tal twitter e WFH não consigo manter um blog atualizado. É o que esperam de mim, não posso desapontar as pessoas, né Cler? 

O meu último post foi em setembro, seis meses se passaram. Poderia ter escrito tanta coisa por aqui. Nossa! Desde setembro quantas coisas aconteceram! Não eu não me mudei ou cortei meu cabelo. Não foram mudanças radicais.

Sutis. Mas significantes. Fiz novos grandes amigos, afinal o trabalho chato teria que render algo. Tirei minhas primeiras férias remuneradas. E digo, já morrendo de saudade, que elas foram ótimas. Fui para Garopaba, conforme eu previa no primeiro post. É incrível como me sinto bem lá.

Passei do ano do “Quase”, 2007, para o ano do “Vamos lá”, 2008. Bastante ingrediente sorte em 2008.

Fiquei mais velha também. 23. Sei que é clichê dizer isso, mas ainda conto coisas que aconteceram nos meus 13 como ‘esses dias’. Wow, o tempo voou.

Blá, blá, blás a parte tem duas coisas que mudaram minha maneira de ver a vida. Na seqüência, falo sobre elas. Uma série e um filme.

No mais, dedico os meus bons momentos de setembro de 2007 até hoje a duas pessoas que sempre me ajudaram nos maus momentos.

Gisele e Ane

Gisele e Ane

Sisters

Amy Winehouse é uma Diva com direito a tudo que isso implica. Brigas fenomenais com o namorado, bebedeiras, overdoses e bizarrices do showbiz. Sem falar, claro, da voz maravilhosa.

A moça é poderosa e disso ninguém pode duvidar. Mas, eu juro que desde a primeira vez que eu vi uma foto da Amy eu acho que a qualquer momento ela vai soltar um:

Oh, My God!

 utlimatentativa1.jpg

Janice Litman Goralnik e Amy Winehouse

Desespero

Por maior que seja o desespero, gente, pelo-amor-de-deus, don’t do it!!

Ou faça! E não esqueça de me avisar. Serão horas de alegria garantida. 

We’re never gonna survive, unless…we get a little crazy

Só mesmo assim para conseguir aguentar o dia-a-dia. Rotinas malucas. Nem vi agosto passar. Nem vi o último ano passar.  E, no entanto, tenho algumas boas histórias deste um ano de ‘firma’. Mas, de verdade, escolhi um profissão en-lou-que-ce-do-ra. Impossível não pirar. E olha que é só o começo.

Não posso dizer que isso é ruim. De certa forma essa piração toda é legal. Já estou me acostumando com as olheiras frequentes, com o estado de Sempre Alerta que os meus olhoes e ouvidos adquiriram. Até mesmo com o turbilhão de informações que povoa a minha mente e que até na hora de dormir não me deixa. Mesmo os meus sonhos andam bem atualizados.

 Podia ser pior (sempre pode). Eu poderia ser a Andreah. An-dre-ah!!!

No vermelho

Questões clubísticas a parte, a minha conta corrente adora o vermelho. Certo, é um pouco de exagero. Ele está mais para nula. Existe alguma cor para descrever isso? Por que nesse quesito eu pareço bem com o meu time e o seu atual saldo ZERO de gols. Mas, este não é um post sobre futebol. 

Esses tempos eu li num desses sites de horóscopo uma frase bem interessante: A filosofia de vida da mulher de Peixes é: “Não quero ser milionária, mas viver como uma milionária!”

Ou seja, não me dou bem na administração financeira, mas adoro uma mordomia J . E depois tem a Unisinos, minha salvação e minha ruína, que me tira, no momento, qualquer possibilidade de ser uma milionária. Que me suga até os últimos 10 centavos no xérox.  

Ces’t la vie.  

Isso tudo é pra dizer que eu estava quebrada até o fim do mês e surgiu uma boquinha. Vou trabalhar um concurso domingo e vou embolsar uma graninha extra. 

The end.