Viciei em Sex And The City. E é tudo culpa da Gisele. E da Carrie Bradshaw, da Miranda Hobbes, Samantha Jones e Charlotte York GoldenBlatt. E, por que não, de Mr. Big, Steve e Harry.
O motivo de SATC ter mudado completamente a minha visão sobre a vida no geral não está tanto no sexo, nos relacionamentos, na cidade e no glamour nova-iorquino, quanto na amizade das quatro maluquinhas.
Estou vendo Sex… pela primeira vez agora. Com alguns anos de atraso, mas antes do derradeiro final com o filme que deve estreiar em maio nos States.
E posso dizer que não há como se manter a mesma após assistir a série. Assim, como é impossível em algum momento ou outro não se identificar. Não, infelizmente eu não moro em New York, não tenho sapatos Manolo Blahnik, não uso as roupas mega-fashions da Carrie, não tenho o manequim dela e menos ainda um Mr. Big na minha vida. Mas, amigos que eu possa falar sobre tudo, que apóiam, que estão sempre a postos para ajudar, isso eu tenho.
Talvez, nossas vidas não sejam tão interessantes quanto a de Carrie e cia. Talvez. Mas, ainda assim somos aprendizes na vida, no amor, no sexo. E estamos juntas para tentar melhorar o que anda ruim, para rir dos acontecimentos, para chorar também.
Sex And The City é antes de tudo amizade. E é por isso que me apeguei tanto a série. É real, é plausível, e é realmente cosmopolita, afinal o que acontece com o quarteto se passa na Big Apple mas poderia ser em qualquer lugar do mundo.
Enquanto o filme não vem, se emocionem com o trailer
‘Sex And The City’
Aí, que ansiedade!
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Menina, eu acho que mudei muito depois de assistir SATC. Passei a dar mais valor às minhas amizades e ao sexo casual… hehehehhee
Beijo!
Não caia nessa de a vida não ser tão interessante quanto a delas. A vida delas só é interessante porque a Candace Bushnell – ou sabe lá como se escreve o nome da autora do livro – quis assim.
Com toda a certeza, se elas fossem mulheres reais como nós somos também achariam a vida dos outros mais agitadas, mais cheia de glamour e até mais felizes.
A Carrie, por exemplo. Pra ela a vida seria muito mais feliz se o amor pelo Mr. Big fosse correspondido. Assim como eu acho que minha vida seria bem mais feliz se na minha carteira de trabalho constasse a palavra repórter, ou se eu fosse uma colunista badalada como ela. KKKKKKKKKKKK!